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IMPORTANTE: Anvisa constata agrotóxicos irregulares em alimentos


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) constatou que os produtores rurais têm usado agrotóxicos não autorizados no plantio de determinados alimentos. Em 2010, a Vigilâncias Sanitária avaliou 2.488 amostras de alimentos, sendo que 28% apresentaram resultado insatisfatório para a presença de resíduos dos produtos. Deste total, 605 (24,3%) amostras estavam contaminadas com agrotóxicos não autorizados.

Quando o uso de um agrotóxico é autorizado no país, os órgãos responsáveis por essa liberação, indicam para que tipo de plantação ele é adequado e em que quantidade pode ser aplicado.

Em 42 amostras (1,7%), o nível de agrotóxico estava acima do permitido. Em 37% dos lotes avaliados, não foram detectados resíduos de agrotóxicos.

“Os resultados insatisfatórios devido à utilização de agrotóxicos não autorizados resultam de dois tipos de irregularidades, seja porque foi aplicado um agrotóxico não autorizado para aquela cultura, mas cujo [produto] está registrado no Brasil e com uso permitido para outras culturas, ou seja, porque foi aplicado um agrotóxico banido do Brasil ou que nunca teve registro no país, logo, sem uso permitido em nenhuma cultura”, conclui o relatório do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos (Para).

O pimentão lidera a lista dos alimentos com grande número de amostras contaminadas por agrotóxico. Em quase 92% das amostras foram identificados problemas. Em seguida, aparecem o morango e o pepino, com 63% e 57% das amostras com avaliação ruim.

Em uma amostra de pimentão, foram encontrados sete tipos diferentes de agrotóxicos irregulares. A batata foi o único alimento sem nenhum caso de contaminação nas 145 amostras analisadas.

A agência reguladora constatou também que, das 684 amostras consideradas insatisfatórias, 208 (30%) tinham resíduos de produtos que estão sendo revistos pela Vigilância Sanitária ou serão banidos do país, como é o caso do endossulfan e do metamidófos, que serão proibidos no Brasil nos próximos dois anos.

Em 2010, foram avaliados resíduos de agrotóxicos em 18 tipos de alimentos em 25 estados e no Distrito Federal. São Paulo não participou do programa.

A lista com os dez alimentos com mais amostras contaminadas com resíduos de agrotóxicos é a seguinte:

1) pimentão
2) morango
3) pepino
4) cenoura
5) alface
6) abacaxi
7) beterraba
8) couve
9) mamão
10) tomate

Fonte: http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=3&idnot=71432

IMPORTANTE: Prevenção da Dengue


A prevenção é a única arma contra a doença.

A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

Avanço da idade não é desculpa para abandonar prática esportiva


Esporte não tem idade – “Nos estudos de motivação no esporte é possível observar que pessoas podem praticar um mesmo esporte com alto grau de motivação em intensidade e objetivos diferentes” A humanidade aumentou sua expectativa de vida nas últimas décadas.

O desafio atual das pessoas é dar qualidade de vida há esses anos conquistados pela evolução da sociedade em diversos segmentos, sendo a medicina um dos melhores exemplos dessa evolução.

O conceito de saúde do ser humano deixou de ser considerado há muito tempo como a ausência de doenças. As condições sociais, psicológicas e físicas são em seu conjunto a base daquilo que chamamos de saúde.

A manifestação esportiva através de sua prática traz ao homem desde criança uma possibilidade ilimitada de desenvolvimento pessoal e de saúde a contemplar tanto aquilo que se destina aos aspectos sociais como a interação, respeito, convivência etc. Outros benefícios da atividade esportiva se relacionam aos aspectos emocionais, mentais e físicos propriamente ditos como bem-estar, relaxamento, melhoria da concentração, desenvolvimento da força, resistência, prevenção de doenças etc..

Ao considerar que desde a infância uma pessoa pode aprender a praticar alguma modalidade esportiva, é consequência natural que anos mais tarde, independentemente se a mesma é praticante amadora ou profissional, haverá uma interrupção permanente de determinada prática esportiva.

Não deveria ser assim, nos estudos de motivação no esporte é possível observar que pessoas podem praticar um mesmo esporte com alto grau de motivação em intensidade e objetivos diferentes. É plenamente possível usufruir do esporte em suas várias dimensões (social, física e psicológica), de modo diferente.

Um profissional do esporte, por exemplo, pode perfeitamente após sua aposentadoria, praticar o mesmo esporte em uma intensidade infinitamente menor, com objetivos diversos, principalmente para manter a boa saúde ou forma física.

Por outro lado, é uma oportuna possibilidade de aprender a praticar outro esporte e exercitá-lo em um nível que favoreça sua saúde e lazer sem necessidade de desempenhos protocolares ou mais sérios.

Se lesões permanentes ou outro impedimento físico qualquer servirem de obstáculo para a prática esportiva, poderá haver outra possibilidade esportiva ao alcance. A cada dia surge uma nova modalidade ou adaptação esportiva que facilita nosso envolvimento com o esporte.

Conheço caso de praticantes de futebol society ou futebol de sete, que conseguem se organizar de forma que em seus campeonatos voltados ao lazer, jovens de 20 anos ou menos, dividam o mesmo espaço com outros adultos de 40 anos, senhores de 60 anos e até mais. Desenvolveram uma tecnologia própria de vivência esportiva que os limites físicos da idade são perfeitamente harmonizados nos jogos.

A cultura da prática de esporte não deveria ser restrita aos jovens e adultos jovens. Se por volta dos 35 anos a pessoa parar de praticar esporte e ao projetar a expectativa do ser humano em torno de 71 anos (considerando homens e mulheres), veremos que essa mesma pessoa passará algumas décadas de sua vida fora da prática esportiva.

Podemos supor que o exercício físico pode substituir os benefícios da prática de esporte. Porém, sou de opinião que a combinação de exercício físico e prática esportiva causa um impacto muito mais desejado, principalmente no aspecto psicológicos e sociais.

Imaginemos como deve ser gratificante para um ex-atleta, por volta dos 60 anos de idade poder praticar, dentro de seus limites, e servir de exemplo para os mais jovens e ao mesmo tempo vivenciar emoções, relações sociais e usufruir de um ambiente que só o esporte pode proporcionar, recheado de intensidade emocional, relacionamento humano e diversão.

Em observação aos limites físicos e possíveis adaptações creio haver amplas oportunidades no esporte, mesmo com algumas restrições de treinamento e preparação que o esporte formal exige. Óbvio que chegará um momento que músculos, ossos e outros órgãos impedirão por completo a prática do esporte.

Mas quando será essa hora?

Depende de cada um, quanto mais esforço de manter a alegria do esporte mais longeva será a vida e mais tempo para praticar esporte.

Praticar esporte a vida toda… Poderemos dizer que não, mas praticar até quando der, por que não?

 

Fonte: Vya Estelar – http://www2.uol.com.br/vyaestelar/psicologiadoesporte.htm

Cuidados com a baixa umidade


Cuiabá já atinge nível considerado “de alerta”; temperatura vai a 40 graus, em média, no período da tarde

Com temperaturas que chegam à casa dos 40 graus, Cuiabá tem enfrentado os dias mais secos do ano. Nas duas últimas semanas, a Umidade Relativa do Ar na Capital mato-grossense tem atingido, quase diariamente, o nível de alerta, situando-se entre as marcas de 12% e 20%.

O normal, segundo a Defesa Civil Municipal, é em torno de 70%. Abaixo de 12%, a situação é considerada “de emergência”.

O coordenador municipal da Defesa Civil, Eldo Orro, informou, nesta quarta-feira (17), que a baixa umidade pode causar muitos problemas para a saúde da população.

Os mais comuns são ressecamento da pele, nariz e garganta, irritação nos olhos, dificuldade para respirar, agravamento de doenças como asma e bronquite e sangramento nasal.

Veja a seguir os cuidados recomendados pela Defesa Civil, a serem tomados com o tempo seco:

Umidade entre 20 e 30% – Estado de Atenção
• Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11h e 15h;
• Umidificar o ambiente com vaporizadores, toalhas molhadas, recipientes com água, molhamento de jardins etc.
• Sempre que possível permanecer em locais protegidos do sol, em áreas com vegetação etc.
• Consumir muita água.

Umidade entre 20% e 12% – Estado de Alerta
• Observar as recomendações do estado de atenção.
• Suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10h e 16h;
• Evitar aglomerações em ambientes fechados;
• Usar soro fisiológico para olhos e narinas.

Umidade abaixo de 12% – Estado de emergência
• Observar as recomendações para os estados de atenção e de alerta;
• Determinar a interrupção de qualquer atividade ao ar livre entre 10h e 16h, como aulas de educação física, coleta de lixo, entrega de correspondência etc;
• Determinar a suspensão de atividades que exijam aglomerações de pessoas em recintos fechados como aulas, cinemas etc entre 10h e 16h;
• Durante as tardes, manter com umidade os ambientes internos, principalmente quarto de crianças, hospitais etc.

O ar muito seco é prejudicial à saúde. O que fazer para aliviar os efeitos da secura?

Aqui estão algumas dicas:

– Beba mais água do que o normal, ou outros líquidos não alcoólicos.
– Molhe a boca e narinas com água, várias vezes durante o dia (a parte interna das narinas pode ficar muito ressecada e o esforço de assoar o nariz pode causar o rompimento dos delicados vasos sanguíneos, o que gera sangramento).
– Atenção com os olhos porque também tendem a ficar ressecados. Molhe-os com água ou use colírios adequados.
-Atenção especial com as crianças e pessoas idosas, não apenas com a situação de ar muito seco, mas com o calor e o sol em excesso.
– O uso de aparelhos umidificadores dentro de casa também aumenta os níveis de umidade no ambiente, deixando-os em padrões confortáveis para a saúde humana.
– Panos molhados nos cantos do ambiente interno ou bacias com água ajudam a aumentar a umidade do ar.
– O uso de cremes hidratantes no corpo ajuda a renovar a umidade da pele que também tende a ficar ressecada na situação de índices de umidade do ar muito baixos.

 

Fonte: WWW.midianews.com.br

http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=5&idnot=60363

Correr, pular e brincar tira a criança do sedentarismo?


“A OMS (Organização Mundial da Saúde) preconiza que crianças façam um mínimo de uma hora de atividades físicas, por pelo menos cinco vezes na semana”

Resposta: Infelizmente o sedentarismo também atinge as crianças. A falta de atividade física é considerada uma das principais causas da obesidade infantil.

Alguns trabalhos já demonstraram que o risco de obesidade cai em média 10% para cada hora de atividade física, moderada a forte, praticada por dia pela criança.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) preconiza que crianças façam um mínimo de uma hora de atividades físicas, por pelo menos cinco vezes na semana.

A atividade física na criança não é necessariamente, inscrevê-la na academia ou clube e sim brincar muito, mas de forma que se movimente bastante: pular, correr, abaixar e levantar, enfim, suar!

Como, infelizmente hoje em dia, não se pode mais brincar na rua, é necessário que se dê opções para que ela possa brincar em casa. Boas ideias e materiais que ocupam pouco espaço são: brincadeiras com corda, estourar balões, manter uma bexiga no ar pelo maior tempo possível, pula-pula, mini-cama elástica, dançar e etc. Essas atividades são viáveis até para quem mora em um pequeno apartamento.

Atividades sedentárias como ver TV, jogar videogames, ouvir música, devem ser limitadas a nomáximo duas horas por dia.

Combater o sedentarismo nas crianças é de fundamental importância, pois assim evita-se a obesidade e doenças graves relacionadas a ela, como o diabetes, por exemplo, além de problemas cardiovasculares, asma, distúrbios do sono e ansiedade infantil.

Vale lembrar que os pais têm grande influência sobre o nível de atividade física dos filhos, pois estudos já comprovaram que quando a mãe é ativa, o filho tende a ser duas vezes mais ativo e se o pai for ativo esse valor sobe para 3,5. Se pai e mãe forem ativos, os filhos tendem a ser seis vezes mais ativos do que crianças de pais sedentários.

Fonte: Vya Estelar – http://www2.uol.com.br/vyaestelar/criancas_sedentarismo.htm

Mais benefícios para o leite


Pesquisa comprova eficácia da bebida para controlar a pressão alta

Uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition e conduzida pela Universidade de Wageningen, na Holanda, mostrou que o consumo diário do leite pode controlar a hipertensão arterial. O estudo realizado reuniu 17 trabalhos que comprovaram que o consumo diário de leite diminui a pressão alta e, consequentemente, contribui para reduzir as doenças do coração.

A hipertensão é uma doença de risco, que pode aumentar de três a quatro vezes as chances de uma pessoa desenvolver problemas no coração. Doenças cardiovasculares que afetam o sistema circulatório, o coração e os vasos sanguíneos são a maior causa de mortes no Brasil e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são responsáveis por 30% do total de mortes no mundo.

A presença de minerais no leite, o potássio, fósforo e principalmente o cálcio, podem exercer um efeito anti-hipertensivo. “O cálcio tem relação com a eliminação de sódio no organismo. Essa substância atrapalha o movimento de dilatação e contração dos vasos, dificultando a circulação sanguínea. Logo, o consumo de cálcio auxilia nesse processo, tornando-se capaz de diminuir a pressão arterial”, afirma a nutricionista Ana Beatriz Barella, da consultoria RG Nutri Identidade em Nutrição.

Leite e atividade física – O cálcio é o principal mineral que atua na formação da massa óssea, e é também essencial para o processo de contração muscular, que representa um nutriente essencial na prática esportiva. “Além disso, a perda de massa magra está associada à osteoporose, que por sua vez, pode ser desencadeada pela baixa ingestão de cálcio”, explica Ana Beatriz Barella. O leite é ainda mais recomendado para as mulheres, que possuem maior chance de desenvolver uma perda da massa óssea e risco maior de osteoporose precoce.

“Beba o leite depois dos treinos, seguidos de uma reposição de carboidratos presentes em algum tipo de alimento como pão, por exemplo”, recomenda Fátima Tavares, formada em nutrição pelo Instituto Israelita Albert Einstein, que complementa: “Opte pelo leite desnatado, que não contém quantidades excessivas de gordura”.

“Mulheres de 19 a 50 anos devem consumir cerca de 1.000 mg de leite e/ou derivados por dia. A partir dos 50 anos, o ideal é 1.200 mg”, pontua Ana Beatriz. O leite também pode ser ingerido antes dos treinos, desde que seja duas horas antes da corrida, por ser uma bebida de digestão lenta. Mas o ideal é fazer uma refeição mais concreta nesse período pré-treino. “Para ter energia suficiente para praticar exercícios, devemos dar preferência para alimentos com uma boa quantidade de carboidratos. Opte pela ingestão de pães, sucos e frutas antes da corrida, usando o leite como um possível complemento, finaliza a nutricionista Fátima.

Fonte: http://wrun.terra.com.br/integra.php?id=171

Leve a musculação a sério


Para obter melhores resultados na corrida, a musculação é o complemento ideal e deve ser incluída na rotina de treinos

Se a sua corrida não sai da mesmice e você não consegue evoluir, saiba que pode estar faltando treinamento de força muscular na sua rotina. A musculação é uma ferramenta importantíssima para a corredora, que ajuda a minimizar problemas decorrentes da prática da atividade física.

Essa atividade ajuda a fortalecer a massa muscular, gerando maior qualidade de contração e proteção para o corpo. “O trabalho muscular é responsável por atuar nas articulações, tendões e ligamentos do corpo. Todo esse conjunto se desenvolve de modo que não ocorra prejuízo para o organismo”, explica Ricardo Arap, treinador principal da Race Consultoria Esportiva.

Com os exercícios de fortalecimento é possível aumentar a força de grupos musculares que servem como “acessórios” na corrida. “Estes músculos vão equilibrar ou driblar algumas dificuldades ou mudanças de terrenos exigidas na corrida, como subidas, descidas ou condições climáticas. Assim, você terá maiores condições de lidar com os imprevistos, devido à resistência adquirida com a musculação”, afirma o técnico de atletismo e fisiologista do exercício Paulo Correia.

“Quando aumentamos a massa muscular (também conhecida como a massa magra) melhoramos a capacidade do músculo em armazenar energia e, consequentemente, há melhora na captação de oxigênio que, por sua vez, gera mecânica do movimento e melhor performance na corrida”, completa Arap.

Sem exageros

O ideal é fazer a musculação de 2 a 3 vezes por semana em sessões de aproximadamente 45 minutos. “Recomendo também as séries de resistência, onde as repetições sejam priorizadas para não sobrecarregar o atleta com cargas, gerando maior trabalho da resistência anaeróbica do músculo”, sugere Arap. O resultado final será uma musculatura tonificada, resistente e forte.

Mas fique atenta e não pegue muito pesado, pois isso deixará você mais vulnerável a lesões. “A força protege seu corpo, mas o exagero é prejudicial”, finaliza Correia.

Para todo corpo

Não é só porque você corre e utiliza muito as pernas, que basta fazer fortalecimento muscular apenas dos membros inferiores.

Tão importante quanto as pernas, treinar os membros superiores irá garantir uma melhor estabilidade articular, protegendo todos os músculos que sofrem com o impacto da corrida, além de ajudar a postura do seu corpo e aumentando sua resistência muscular.

“Um abdome fortalecido melhora a postura e equilíbrio da corredora”, diz Correia, ressaltando que a musculatura peitoral e as costas também estão envolvidos na performance da corredora. “Atuam diretamente na técnica do movimento, economizando energia”, finaliza.

Fonte: http://wrun.terra.com.br/integra.php?id=110

Pais esportistas tendem a ter filhos esportistas


Esporte desde a infância ou um país de obesos

“Pais esportivamente ativos tendem a influenciarem significativamente o comportamento dos filhos em relação à prática de esporte. Além disso, geram espontaneamente uma rotina de lazer ativa e dinâmica e facilmente afastam os filhos do estilo sedentário de viver
Não podemos mais perder tempo e tampouco negligenciar tudo aquilo que diz respeito à educação esportiva das crianças.

Se hoje 50% dos brasileiros (homens e mulheres) são considerados obesos nós poderemos projetar em um futuro não muito longínquo, um país solidamente de obesos e, por conseguinte doente.

Não há outra saída, aliada à educação alimentar saudável, o exercício físico é o instrumento que permite formar uma sociedade do futuro mais saudável. Não há melhor forma de criar consciência sobre a importância de exercitar-se do que a prática de esporte desde a tenra idade.

O esporte é por natureza, motivante, agregador e desafiador, elementos fundamentais para que a pessoa persista em prática permanente. Para tanto, há de se ter um esforço coletivo para que forjemos uma futura sociedade saudável. Embora pareça clichê ou redundância o termo saudável tem muitos desdobramentos.

Para citar alguns uma pessoa ativa esportivamente trabalha ou estuda com maior motivação e concentração. Cansa menos em suas tarefas, é mais facilmente induzida ao relaxamento, se adapta melhor às fontes estressoras diárias (tensões, exigências físicas, emocionais e outras), adoece menos e, portanto produz com eficácia, recupera rápido suas energias, dorme em sono profundo, além de gerar economia significativa no setor de saúde/médico tanto no orçamento familiar quanto nas esferas governamentais.

Esse pretenso esforço coletivo começa através do exemplo dos pais. Pais esportivamente ativos tendem a influenciarem significativamente o comportamento dos filhos em relação à prática de esporte. Além disso, geram espontaneamente uma rotina de lazer ativa e dinâmica e facilmente afastam os filhos do estilo sedentário de viver.

Por outro lado, as escolas precisam radicalmente, reorganizarem seus currículos e valorizarem a educação física como disciplina essencial para a formação de jovens e com isso, incrementar a experiência esportiva com qualidade e investir em equipamentos esportivos. A experiência esportiva significativa e que de fato ensina sobre esporte e tradição de cultura ativa e dinâmica, permite experiências inesquecíveis para crianças e jovens.

Clubes esportivos espalhados pelo Brasil, precisam reconhecer que com uma grande população juvenil ativa esportivamente, os atletas de vários esportes surgirão com maior facilidade. Assim sendo, expandir o investimento político-financeiro para além do futebol e facilitar o acesso aos mais variados esportes olímpicos é uma iniciativa inovadora e que vale a pena.

Governo federal, estadual e municipal, precisam urgentemente acreditar que sem orçamento, financiamento e aplicação de recursos realmente contundentes no esporte, o resultado será desastroso em termos sociais e de saúde.
Ou seja, sem investimento maciço em recursos humanos, construções de equipamentos esportivos de qualidade, promoção e valorização do esporte infanto-juvenil o Brasil se tornará alvo fácil dos traficantes de drogas, da violência, da hipertensão arterial e por fim do desânimo coletivo.

Associar esporte somente à competição é um erro

Quando se fala em esporte, brasileiros tendem a pensar apenas em competição e atleta de alto nível. Não é bem assim, o esporte é uma tradição a ser conquistada individualmente a fim de se criar uma personalidade dinâmica e saudável integralmente, física, social e psiquicamente. Gerar atletas de alto nível é uma parcela que não deixa de ser importante a ser preenchida, mas não é a única.

Portanto, mãos à obra, encare o conceito de esporte como tudo aquilo que se associe ao movimento, pois antes de ser uma discussão léxica é apenas uma questão de motivação: correr, saltar, lançar, dançar, pedalar, chutar, arremessar, escalar, caminhar.

Enfim pratique tudo aquilo que faça nosso corpo suar e nossa mente descobrir que há momentos que não conseguimos pensar em mais nada somente em uma das cosias mais belas da natureza humana, recheada de ritmo, harmonia e emoção: esporte.

fonte: Vya Estelar –   http://www2.uol.com.br/vyaestelar/pais_esportistas.htm

Cresce casos de AVC entre jovens


Fatores como sedentarismo, estresse, consumo de drogas e álcool, dieta com poucas verduras e fibras e muito sal são apontados por especialistas como as causas pelo aumento da incidência de doenças cerebrovasculares em jovens. Conforme números do Datasus, banco de dados do Ministério da Saúde, o Brasil tem registrado um aumento expressivo dessas doenças em pessoas de 15 a 34 anos derrubando o mito de que só idosos eram acometidos pelo Acidente Vascular Cerebral (AVC), principal causa de mortes no Brasil entre os óbitos por doenças cerebrovasculares, com 70.232 mortes registradas em 2008.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) ainda aponta tais doenças, como a principal causa de incapacidade no mundo. No Brasil, o aumento de internações por doenças cerebrovasculares entre jovens de 15 a 34 anos foi de 64% em homens e de 41% em mulheres, entre 1998 e 2007. De acordo com Datasus, só em 2007, houve um total de 7.599 internações nessa faixa etária.

Em Cuiabá, o médico neurologista Wladimir Malheiros Corrêa, que atende na rede pública e particular, garante que nos últimos 5 anos aumentou em torno de 10%, as internações e consultas por doenças cerebrovasculares. Mas o profissional também atribui esse aumento ao fato de um maior diagnóstico das doenças relacionadas à coagulação. Conforme ele, as técnicas modernas ajudam a identificar os pequenos derrames, como são popularmente conhecidos, e que muitas vezes passavam despercebidos se agravando apenas em uma idade mais avançada.

Os dados do Datasus colocam o Brasil à frente dos Estados Unidos, onde levantamento dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, ligados ao Departamento de Saúde, mostraram que houve crescimento de 51% nas internações por acidente vascular cerebral isquêmico entre homens de 15 a 34 anos e 17% entre as mulheres da mesma faixa etária. O período pesquisado lá também foi entre 1994 e 2007.

Entre os fatores de risco que podem ocasionar no surgimento de um AVC no público jovem, o neurologista Wladimir Malheiros aponta como principal a má alimentação recheada de gordura e sal como os fast-foods, aliada à falta de exercícios físicos, devido o hábito da internet. Tabagismo, hipertensão, colesterol elevado, diabetes, arritmias cardíacas também podem resultar em um AVC.

O AVC isquêmico que é causado pela obstrução das artérias cerebrais, representa cerca de 90% dos casos entre jovens, embora seja menos perigoso, como lembra o profissional. Sobre o fato da maioria das vítimas fatais serem mulheres, o neurologista lembra que o uso de pílulas anticoncepcionais e o cigarro são agravantes que resultam nas mortes. Acidente vascular cerebral é a interrupção súbita da irrigação sanguínea no cérebro causada por um coágulo (AVC isquêmico) ou pelo rompimento dos vasos (AVC hemorrágico).

Fonte: Jornal Gazeta

http://gazetadigital.com.br/materias.php?codigo=287405&codcaderno=21&GED=7051&GEDDATA=2011-03-28&UGID=765756e7ec48ca06c9c4cc8d0977f38e

Respire para vencer


Atletas de elite dizem que sem a consciência da respiração, toda a força e a flexibilidade do mundo não são suficientes para levá-los à linha de chegada.

Poucas pessoas parecem ou sentem-se revigoradas no momento em que completam uma prova de triathlon Ironman, uma competição árdua com 3,8 km de natação, 180 km de bicicleta e 42 km de corrida. Mas quando Ian Jackson cruzou a linha de chegada no Ironman do Havaí na respeitável colocação de 45º lugar, chamou a atenção de um repórter da Time/Life. Ele não parecia tão abatido quanto os outros atletas. “Eu simplesmente completei 225,8 km de meditação com respiração. Os últimos quilômetros foram como as borbulhas de uma taça de champanhe”, disse ao repórter. Sua frase apareceu na edição de retrospectiva da Life e, desde então, Jackson vem pregando as maravilhas e a importância da respiração dos atletas.
Você pode se perguntar por que a respiração é tão importante para os atletas. A respiração adequada aprimora a técnica, reduz o estresse e melhora o sistema cardiovascular. “Tudo o que fazemos está relacionado com a respiração porque é a catálise que faz tudo funcionar junto”, diz o ciclista que participou de três Olimpíadas John Howard. Ele trabalhou com Jackson para divulgar a eficácia da respiração trabalhada para atletas. “Se você não respira corretamente, não oxigena o sangue. Toda flexibilidade tem a ver com melhora na mobilidade, e isso vem de um melhor fluxo de sangue.”
Embora Jackson tenha desenvolvido ferramentas específicas e técnicas para atletas na forma de seus CDs Breath Play, a filosofia por trás do trabalho do instrutor vem diretamente de sua prática de asanas. Jackson encoraja atletas a soltar o ar ativamente na expiração e inspirar passivamente. “É bastante parecido com a meditação taoísta, quando você solta todo o ar e então se rende ao retorno do ar”, diz Jackson. Ao fazer esse tipo de respiração, o diafragma move-se para cima na expiração, empurrando mais ar para fora, e mais para baixo na inspiração, deixando mais ar entrar, o que é muito diferente de como os atletas geralmente respiram.
“A tendência de muitos atletas é respirar de uma maneira rápida e vigorosa em vez de primar por uma respiração lenta e extensa. Um dos problemas é que isso não faz nada para melhorar o trabalho no corpo. Os músculos não são ativados tão bem quanto poderiam”, explica Howard. Ele diz que, para a maioria dos atletas, uma taxa elevada de exercícios físicos gera um alto nível de atividade simpática, que é caracterizada por uma taxa cardíaca aumentada e inspiração e expiração rápidas. Mas expirações lentas, profundas e controladas podem estimular a divisão parassimpática, a área “em repouso” do sistema nervoso. Isso significa que as técnicas de respiração permitem que você mantenha uma taxa de trabalho elevada em profundo relaxamento.
A técnica de Jackson é sobre adquirir o controle da respiração e assim ter melhor controle sobre o corpo e seu desempenho. Isso inclui conseguir usar a respiração para manter a compostura durante situações estressantes. É uma abordagem que o alpinista Conrad Anker diz literalmente ter salvado a sua vida.
Anker escala os terrenos tecnicamente mais desafiantes do mundo, da Antártica aos Himalaias. Quando o ar fica rarefeito, ele respira para manter a mente e o corpo focados. “Até em escaladas as pessoas se esquecem de respirar bem diante de um movimento arriscado. Se estou em um momento difícil, trabalho com o medo. Uso a respiração para controlar as minhas habilidades, assim respiro através do medo”, diz.  para isso, Anker recorre a uma técnica que ele chama de “20 respirações”: inspirações lentas e profundas 20 vezes para restabelecer o equilíbrio.
“Em grandes altitudes, você não tem muito oxigênio no sistema, é um esforço constante, e quando fica mais difícil respirar, você precisa de algo que o traga de volta onde precisa estar. Se estiver ofegante, depois das 20 respirações, estará de volta à boa forma.” A abordagem de Anker é justificada também por uma perspectiva fisiológica. O Journal of Hipertension, veículo norte-americano especializado em hipertensão, reportou que “a respiração yóguica ajuda a manter o sangue oxigenado em grandes altitudes”.
Quanto às posturas recomendadas para melhorar a respiração, Jackson recomenda os asanas em que a extensão da coluna varia de acordo com a respiração, como os três que aparecem nesta reportagem. Por exemplo, ensinou a uma triatleta que sentia dor e rigidez no pescoço e nos ombros durante a parte de ciclismo do Ironman que ela se imaginasse cuidada por uma gata-mãe.
“Se você pensar em uma gata carregando seu filhote, ela o segura pela parte mole da pele de trás do pescoço. O gatinho é levado pela boca da mãe relaxado, ombros para baixo, costas curvadas, cóccix para baixo, exatamente como na postura do gato”, explica. “Então, tanto na postura como na bicicleta, imagine que a gata está te levantando enquanto você expira e te soltando enquanto inspira. A elevação na parte de trás do pescoço cria um alongamento sutil, quase imperceptível, mas ajuda a aliviar a tensão crônica. Alongar a coluna com a respiração ajuda a criar uma técnica clara e precisa”, conclui.
Para Howard e seus atletas, técnica precisa significa rendimento e resistência prolongada, que ele diz serem “as chaves reais para o bom desempenho”.

 

Por: Nancy Coulter-Parker

Fonte: http://yogajournal.terra.com.br/show_yoga.php?id=1233

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