Archive for Familia

FELIZ DIA DAS MAES


MÃE! És tu, o símbolo do amor.

És tu mãe, o símbolo do amor.
Sem você, eu não existiria
A você ,
Venho dizer neste dia:
 Obrigada mãe!
Pelas noites que ficaste sem dormir
por minha causa.
 Obrigada mãe…
Pelos passos que me ensinaste a dar
Pelas primeiras palavras que me ensinaste
soletrar.
Mãe! Sua pele já possui rugas,
Seus cabelos teimam em ficar grisalhos,
Marcas de uma vida inteira
cheia de amor e dedicação
Mãe! Sei que muitas vezes você chorou
escondido para que eu não notasse
sua tristeza, sua preocupação.
Mas, a você, Mãe querida!
Venho dizer nesse dia:
Perdoa-me mãe!
Pelas vezes em que a fiz chorar
Perdoa-me mãe!
Pelas vezes em que não ouvi
seus conselhos
Perdoa-me, mãe!
Por não poder lhe dar o amor que merece
Você, mãe!
Merece o céu, o mar, as estrelas…
Merece todas as flores do mundo
Você merece o amor que jamais poderei dar
Pois, somente a ti Deus concedeu
a graça de um amor tão grande,
de um amor tão especial.
Só me resta dizer:
Obrigada mãe,
Obrigada, enfim, pela vida!
EU TE AMO!
 (Sirlei Passalongo)

Você ja abraçou seu filho hoje?


Tenho certeza que estas perguntas não querem calar no nossos corações! Abraçar os filhos…quantos de nós, pais, já perdemos esse costume, esse hábito tão importante para o seguimento da vida! Talvez porque o tempo seja curto, o trabalho, a correria diária impeça que esse ato tão simples faça parte do seu dia a dia.
O abraço permite que nos aproximemos dos nossos filhos e próximos deles podemos sentir o cheiro, a velocidade do batimento do coração, enfim, podemos sentir o que eles sentem. Podemos “descobrir” tantas coisas ocultas nos corações de nossa crianças, tantos conflitos, talvez, que nem eles próprios conseguem externar.Científicamente falando, é provado por experiências que, animais confinados em laboratórios e alimentados diariamente, quando recebem carinho, se desenvolvem e crescem melhor, enquanto que os animais que só recebem alimento e nenhum carinho, morrem muito mais cedo! Se é assim com animais irracionais, quanto mais com seres humanos!
O abraço é capaz de mudar um relacionamento. Às vezes, não é preciso dizer nada…só um abraço e tudo passa, o rancor, a raiva, a repulsa. O abraço é o melhor remédio para qualquer enfermidade espiritual, psicológica, física, enfim, não sei como alguém pode sobreviver sem um abraço.
Já dizia o nosso querido e saudoso Pe. Léo: o abraço cura todas as doenças!
Experimente fazer isso, um abraço por dia já é suficiente, mas um abraço com qualidade, com vontade, com alegria. Abrace seu filho, seu marido, sua esposa, seus netos, genros, noras, sogra, sogro, seja feliz, seja intermediário da cura para aqueles que voce ama!
Deus se alegrará muito com esse ato nobre, de amor, de generosidade e de doação. Tente! Você pode em nome de Jesus!

Deixo meu abraço de paz a todos que leram essa pequena mensagem

Papai Noel existe?


 

por Ceres Araujo

“Figuras imaginárias enriquecem a vida da fantasia da criança. O Papai Noel por sua bondade incondicional, pois traz sempre presentes, ainda que espere comportamentos bons, pode constituir um modelo importante para a identidade da criança. É um modelo de amor ao próximo e de generosidade. A figura do Papai Noel transferida, mais tarde no desenvolvimento, para os pais, agregam valores muito positivos às figuras parentais” No que se refere ao Natal, existem tradições, contos e lendas que são transmitidos de geração em geração. O personagem Papai Noel foi inspirado em São Nicolau, que se acredita ter vivido no século IV. A lenda diz que ele era um homem muito rico e generoso, que distribuía anonimamente dinheiro entre os pobres e presentes para alegrar as crianças. Ele colocava moedas de ouro em um saco que era distribuído nas chaminés das casas.

São Nicolau foi se tornando um símbolo do Natal. Acredita-se que a festa de São Nicolau, 6 de dezembro, com sua tradição de presentear as crianças, foi lentamente sendo transferida para o dia 25 de dezembro. Muitos países do mundo mantém essa tradição.

Conta-se às crianças que o Papai Noel é um velhinho muito bondoso, que mora perto do Círculo Polar e é dono da mais fantástica fábrica de brinquedos do mundo. Ele dará um presente para as crianças que tiverem sido boas durante todo o ano. Para tanto, elas devem escrever, com boa antecedência, uma cartinha ou, nos tempos atuais, um e-mail para ele.

As crianças sonham e fantasiam com o trenó e as renas que devem trazer o Papai Noel e seus presentes. Encontram os “ajudantes” do Papai Noel nas ruas e nas lojas. Quando as crianças acordam no dia 25 de dezembro, esperam encontrar o presente tão desejado.

Apesar de todo o consumismo que pode ser reforçado, não existem muitas dúvidas de que esta lenda, por sua antiguidade e abrangência é importante na vida dos nossos filhos. Ela está estreitamente relacionada ao significado do Natal, à medida que traz uma mensagem de amor e solidariedade. As inúmeras fantasias, tecidas pelas crianças, estimulam a capacidade da imaginação, alimentam esperanças e, mais tarde, suscitam as dúvidas.

Papai Noel existe?

Aos três e quatro anos, Papai Noel tem existência literal para os pequenininhos. Ele vem do céu, carregado de presentes, no seu trenó puxado por renas e entra nas casas das pessoas, escondido na noite de Natal. Ele sabe de tudo o que aconteceu durante o ano, o que as crianças fizeram de bom e não de tão bom assim.

A partir dos cinco anos, começam as dúvidas. Agora, dona de um pensamento cada vez mais lógico, a criança começa a duvidar da história. O trenó voador, as renas aladas passam a pertencer progressivamente mais ao faz-de-conta que à realidade. Entre acreditar e não acreditar, as crianças passam para os seis e, às vezes, para os sete anos. Muitas não ousam expressar sua dúvida, para não se confrontarem com uma realidade que não desejam. Quando existem irmãos mais velhos, a não existência do Papai Noel pode ser notificada mais precocemente.

Poder-se-ia supor que frustração, tristeza ou raiva seriam experimentadas quando a criança descobre que Papai Noel não existe. Entretanto, isso não ocorre, pois a figura do Papai Noel tende a ser imediata e diretamente transferida para os pais, que agora encarnam essa imagem amorosa. Além disso, o filho, sabendo que o Papai Noel, de verdade são seus pais, se sente crescido e importante no seu crescimento, principalmente se tem irmãos menores que ainda acreditam, pois se tornam cúmplices de seus pais para a manutenção da lenda.

Figuras imaginárias enriquecem a vida da fantasia da criança. O Papai Noel por sua bondade incondicional, pois traz sempre presentes, ainda que espere comportamentos bons, pode constituir um modelo importante para a identidade da criança. É um modelo de amor ao próximo e de generosidade. A figura do Papai Noel transferida, mais tarde no desenvolvimento, para os pais, agregam valores muito positivos às figuras parentais.

Portanto, a criança gosta e muito de acreditar em Papai Noel e não se sente mal quando descobre que o bom velhinho de barba branca não existe. Ela percebe que mesmo o Papai Noel não existindo, o Natal existe e a bondade do Papai Noel para com as crianças continua existindo, exercida pelos próprios pais e adultos mais próximos.

Ceres Araujo
é psicóloga especializada em psicoterapia de crianças e adolescentes – Vya Estelar

Qual a hora certa de permitir que os filhos se divirtam longe dos pais?


Da Redação Vya Estelar

“Quando os pais se sentirem seguros em relação ao comportamento dos filhos, podem decidir se chegou o momento de liberá-los”

O momento das férias pode virar um martírio para pais e filhos adolescentes. Enquanto uns trabalham, os outros reclamam pela liberdade e querem sair ou viajar sozinhos. Surge então um dilema:

Qual a hora certa de permitir que eles se divirtam longe dos olhos dos adultos?

Para a psicóloga Ana Lúcia Gomes Castello, é comum os pais se questionarem por isso. A insegurança dos adultos, a imaturidade dos filhos, o medo da violência das ruas e a falta de confiança na prole estão por trás do impasse.

“A forma de educar reflete como os filhos se comportam nas férias. Colocar limites é uma tarefa importante na educação, e quando esses princípios são absorvidos pelas crianças e adolescentes de forma adequada, fica mais fácil estabelecer parâmetros para o tempo de lazer”, aponta.

Segundo a especialista, é interessante que os pais possam curtir esses momentos sem colocar limites o tempo inteiro. Tanto as crianças como os adolescentes precisam desse período para correr, brincar, interagir com os amigos e também com os adultos.

Como não há uma idade ideal para liberar a garotada para a primeira viagem com os amigos, pai, mãe e filho devem encontrar seu momento. “Acredito que a situação possa ser resolvida quando os pais já tiverem adquirido a confiança em seus filhos. Essa liberdade é também uma conquista do jovem. Isso significa um crescimento emocional, um amadurecimento”, destaca.

“Para chegar a esse ponto, eles precisam conversar, ensinar, negociar e manter uma vigilância constante. Diante do descumprimento das situações combinadas, é importante estabelecer algumas privações mais consistentes”, recomenda a psicóloga.

Quando os pais se sentirem seguros em relação ao comportamento dos filhos, podem decidir se chegou o momento de liberá-los. “Antes, porém, os pais precisam negociar algumas questões, como horários para que telefonem para casa, por exemplo. Dessa forma os jovens podem entrar em contato novamente com as regras familiares”, aconselha.

Mas por que os adolescentes costumam rejeitar os programas em família?

A psicóloga diz que os pais precisam entender que a preferência do adolescente em conviver com a turma ou com amigos o tempo inteiro é natural. Para eles, viajar com os amigos é o primeiro passo para a independência. “Longe dos pais, eles se sentem mais adultos. E quem não se lembra de querer a mesma liberdade nessa idade?”

Meu dia


Bolo

Hoje é dia do meu aniversário
Quisera eu reencontrar todos os meus amigos
Aqueles que passaram pela minha vida por um segundo
Mas também aqueles que conseguiram se eternizar.
Ou na vida
Ou no coração.

Hoje é dia do meu aniversário
Quisera eu reencontrar o meu pai
Que de presente me deixou a união eterna
A sua partida para uma nova vida.

Hoje é dia do meu aniversário
Quisera eu voltar a ser criança
Regastar a inocência de experimentar tudo:
Das relações aos riscos e
Resgatar a coragem de fazer, dizer e viver tudo que se tem vontade
Simplesmente por sentir vontade.

Hoje é dia do meu aniversário
Quisera eu voltar o tempo para ter nascido novamente,
Eu teria feito tudo de novo e teria a mesma família, os mesmos pais, os mesmos irmãos
Os mesmos amigos e o mesmo filho: Lucas

Hoje é dia do meu aniversário
Quisera eu ter mais dois braços para abraçar-me
E dizer: “Como vale a pena ser você”.
“Agradeço a Deus pela maravilha que é viver, ter a família e os amigos com saúde”

Por que e como ensinar ética aos filhos


Por Ceres Araújo

Vivemos em uma época tão rica em tecnologia e tão pobre em ética. Estamos criando “super bebês” e “super crianças”, nascidas na era digital, precoces no seu desenvolvimento, ávidas de novidades, ligadas a muitos estímulos ao mesmo tempo e também capazes de muitas ações simultaneamente. Nossos filhos têm seus cérebros formatados pelas ricas experiências que estão vivendo, pois o cérebro é uso dependente. Ou seja, é uso dependente no sentido de que as redes neuronais se formam em função das experiências de vida. Assim é vivendo a vida, é processando estímulos repetidamente que as cadeias neuronais vão se fixando. Isso em todas as idades.

Nesse sentido, eles são muito diferentes de seus pais e de seus avós e bisavós. Cumpre incluir esses últimos, pois a idade média de vida tende a aumentar e o convívio, entre quatro gerações, passa a ser algo freqüente. As diferenças na forma de viver a vida são progressivamente cada vez mais marcantes.

Entretanto, princípios, normas e regras de conduta sempre foram e continuarão a ser o que distingue a humanidade no ser humano e continuarão imprescindíveis para sempre. Ética e moral são adquiridas e não inatas, são próprias do homem que cria uma natureza moral sobre a sua natureza instintiva. Uma pessoa só é ética quando se orienta por princípios e convicções.

É função inalienável dos pais transmitirem uma conduta ética a seus filhos. Ética é uma matéria que faz parte do aprendizado de vida, no qual os pais devem ser os melhores professores.

Então, como se ensina ética? Ensina-se aquilo que se tem e aquilo que se é. O que vai ser transmitido para os filhos não é o que se origina de um discurso verbal, mas sim o que se é e como se age. Sabe-se que a criança é um perfeito sensor para captar o que se passa na mente dos pais.

A colocação dos limites adequados às atuações da criança é uma das formas importantes para se ensinar conduta ética. O “não” é um organizador fundamental da vida psíquica e necessário para que a criança se desenvolva. Receber “não” significa ter que lidar com frustração, adiar satisfação de necessidade e entreter tensão interna. Além disso, esse mesmo “não”, serve também para que a criança aprenda, por insistir no seu intento, alternativas inteligentes e aceitáveis para obter o que ela deseja. Aprende, assim, a controlar impulso, a regular as emoções, a desenvolver inteligência e o respeito pelo outro.

Como a psicologia vem demonstrando, em inúmeros artigos publicados, limites fazem bem e são fundamentais para que o ser humano cresça forte e feliz. Uma criança, que vive sem os limites adequados, não se transforma em um homem íntegro e livre como se acreditou, ingenuamente, décadas atrás. Ao contrário, se transforma em alguém inconsistente, desorientado e dependente. Por quê?

Por que a criança que apenas recebe sim, não precisa fazer confrontos, não precisa exercitar sua inteligência para buscar alternativas para conseguir o que quer, não precisa lutar para convencer os pais de que ela está certa. Tudo é possível a priori e isso a faz fraca, muitas vezes uma tirana em casa e uma covarde fora de casa, pois não teve chance de verdadeiramente lutar pelo que queria e que foi impedido. O confronto com os pais prepara a criança para os confrontos da vida. A criança enfrenta os pais para conquistar autonomia. Essa batalha precisa ser gloriosa, logo os pais têm que ser fortes, senão não tem valor a luta. Primeiro com birras (onde tem que perder para os pais) depois com argumentações (onde pode ganhar muitas vezes). A criança e o adolescente vão lutando para se afirmarem, para ganharem autonomia. Quem não passa por isso, não sabe o que quer e fica dependente da posição, da colocação do outro ou para se submeter ou para fazer o contrário, por não ter desenvolvido referênciais próprios.

Nascida ligada ao mundo dos instintos e impulsos, a criança precisa aprender a transformar impulsos em afetos discriminados e essa é uma tarefa que perdura durante toda a infância e mesmo durante a adolescência. Gostar, amar, querer, ser gentil, generoso e tolerante co-existem ao lado de odiar, detestar, ter inveja, ciúmes, etc.. Porque não se trata de pregar a velha ética, na qual se exigia que o homem devesse ser bom, nobre e sempre ativo e disponível a servir, seguindo os valores éticos de piedade, fidelidade, coragem e racionalidade. O ideal da velha ética era a perfeição e todos os componentes negativos do ser humano deveriam ser reprimidos e suprimidos. A ética segue o processo histórico e a nova ética é a do homem contemporâneo, que se confronta com a pluralidade de sua natureza e reconhece seus atributos positivos e negativos, suas qualidades e suas limitações e que muitas vezes se vê inseguro quanto a seus valores.

É justamente pela integração do lado primitivo da sua natureza que o ser humano ganha tolerância e o sentimentos de pertencer à sua espécie, solidariedade e responsabilidade coletiva. Respeito pelo outro e respeito a si mesmo são condições determinantes para um comportamento ético.

Assim, não se trata de ensinar ao filho ser sempre o “bonzinho”, pois se corre o risco de ser o bobo, mas se trata de ensiná-lo a assumir a responsabilidade por suas ações, desde os primeiros tempos de vida. Trata-se de ensiná-lo que os limites de seu próprio espaço terminam ao começar o espaço do outro. Também, como mãe ou pai, dar um exemplo de autonomia e liberdade interna para fazer escolhas. Escolhas, não para ganhar amanhã, mas que dêem sentido ao hoje.

O mundo e o nosso país precisam de famílias, onde os pais ensinem às suas “super crianças” que os bens de consumo, a liberdade individual e a própria felicidade se conquistam com condutas éticas e não tentando levar vantagem em tudo, para que no futuro não aceitem, por exemplo, a corrupção como um meio justificado por um fim.

Seu filho te disse que usa drogas ou que deseja experimentar? Saiba o que fazer


por Danilo Baltieri
“Quanto mais próximo do seu filho, menos ele cederá às pressões do grupo”

Meu filho numa conversa aberta me disse que fuma maconha de vez em quando; diz que é normal e me falou: – Quer que eu minta pra você? Meus amigos fumam e omitem de seus pais, estou te contando a verdade.

Meu filho quer experimentar drogas e veio me falar; disse que tem maior curiosidade com cocaína e injetáveis. O que devo fazer?

Resposta: Falar sobre álcool e outras drogas com os filhos deve ser parte do processo educacional e também afetivo. Vivemos em um universo onde o consumo de substâncias ilícitas, como maconha e cocaína têm aumentado, considerando a faixa etária superior a 14 anos. Por exemplo, o consumo de cocaína (taxas de consumo ao longo da vida – pelo menos uma vez) aumentou de 0.5% em 2001 para 0.7% em 2005.

Em relação à maconha, o consumo mais do que duplicou neste período na mesma faixa etária. Dessa forma, não é possível aos pais evitar falar e conversar com os filhos a respeito de álcool e drogas.

Não tenha medo de conversar com o seu filho sobre o consumo de bebidas alcoólicas e de outras drogas, de forma clara e franca. Sua opinião deve sempre ter valor e ser firme, mesmo que ele mostre algum tipo de desdém.

Sempre durante a conversa, certifique-se de que tanto você quanto o seu filho estão sendo ouvidos e têm a chance de externar opiniões. Converse com ele sobre as conseqüências do consumo de bebidas e outras substâncias na escola, no trabalho, enquanto pratica esportes ou desempenha outras atividades.

Mantenha o vínculo com o seu filho, respeitando a liberdade dele para que ele não ache que você está tentando controlá-lo ou reprimi-lo. Quanto mais próximo do seu filho, menos ele cederá às pressões do grupo.

Você deverá ter alguns fatores ao seu favor, tais como: o bom e adequado relacionamento com o seu filho e confiáveis informações sobre o consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas nessa faixa etária. O conhecimento de boa qualidade associado com a adequada vinculação com o seu filho contribuirão para um melhor desenlace do fato.

É importante saber como está o desempenho do seu filho: na escola, trabalho e demais atividades. Além disso, quais estão sendo os modelos seguidos pelo jovem, quais estão sendo as suas principais dificuldades (relacionamentos, amigos, desempenhos), como estão sendo desenvolvidas as suas expectativas, como o seu pensamento/idéia está sendo organizado.

Fatores que protegem seu filho das drogas

Existem fatores protetores e de risco para o abuso de substâncias psicoativas.

Dentre os fatores protetores estão: o estreito e adequado vínculo com os pais, os próprios hábitos saudáveis dos genitores, o bom desempenho acadêmico do jovem bem como habilidades acadêmicas e sociais adequadas.

Fatores de risco para o consumo de drogas

Dentre os fatores de risco estão: falta de suporte familiar, pobre desempenho acadêmico e falta de expectativas realistas, precoce comportamento impulsivo/ agressivo, facilidade no acesso às drogas na própria comunidade ou entre os pares.

Em qualquer idade, tente dar todo o apoio possível ao seu filho. No entanto, é essencial estabelecer limites quando necessário. Promova atividades em família como, por exemplo, almoçar e jantar junto, sair, praticar esportes, etc. Qualquer forma de lazer pode aproximar seu filho de você e aprofundar o seu conhecimento quanto aos interesses do menor.

Também, muitas vezes, os pais são o “modelo” dos filhos. Logo, suas palavras e conselhos devem estar condizentes com a sua conduta e atitudes.

Infelizmente, mesmo sabendo dos possíveis efeitos nocivos do álcool e de outras drogas como a maconha, alguns pais acham melhor permitir o consumo ou mesmo “fazer vista grossa” sobre ele. Qualquer que seja a sua decisão, o abuso de álcool e de outras drogas não deve ser tolerado em qualquer circunstância. Isso se aplica a você e ao seu filho.

Nunca é cedo demais para conversar com seus filhos sobre as drogas em geral. Crianças de 6 anos já conhecem alguns comportamentos socialmente aceitos quando o assunto é o consumo de substâncias. Portanto, seja firme.

Dicas para estar mais próximo do seu filho

a) Saiba sempre onde está o seu filho, com quem está e como está se comportando;

b) Expresse interesse verdadeiro pelos assuntos que ele considera importante;

c) Dê apoio, mas sempre supervisionando. É possível supervisionar sem parecer ser controlador;

d) Mantenha a autoridade com sensatez;

e) Ouça os argumentos dos filhos e suas dúvidas. Procure entender como ele pensa e enxerga o mundo. Assim, você descobrirá os melhores argumentos para revelar seu ponto de vista.

Pai


Ser Pai

Ser pai é mais do que somente cumprir um papel dentro da família e da sociedade.

Ser pai é acima de tudo ser o amigo de todas as horas…
é estar sempre próximo, acessível, buscando sempre estar presente na vida do filho.

Ser pai é uma missão divina, que coloca o ser humano próximo de seu criador, pois assim como o Ser Supremo que nos guia, o pai deve ser o farol dentro da vida de seus filhos, encaminhando-os  no difícil trilhar dessa existência.

Ser pai é aceitar as responsabilidades que ultrapassem o limite de suas forças, mas mesmo arquejado pelo peso que o sufoca se ergue empedernido e supera, sempre lutando e alcança a vitória.

Ser pai é além de educar estar constantemente ao lado de seus filhos, abdicando muitas vezes de responsabilidades para desfrutar um jogo de bola, brincar de carrinhos, empinar pipas, andar de mãos dadas…

Ser pai é vencer o cansaço de um dia de trabalho e com o coração em festa sentar com o filho para ver um desenho animado, uma prosinha maneira, ouví-lo falar de seus aprendizados de vida, tal como eu ouvi meu filho dizendo, como: “Pai, a “tia” nos ensinou hoje que primeiro deve estar sempre a obrigação depois a diversão”.

Ser pai é vivenciar os gatinhar de seu filho, recordar-se de suas primeiras palavras e muitas vezes gargalhar quanto a palavra dita lhe causa um sobressalto, as caretas fascinantes… sorrisos.

Ah… O tempo passa os primeiros passinhos transformam-se em largas passadas e o garoto que um dia era um mulequinho hoje quase lhe ultrapassa a altura.

Sim a missão é pesada e difícil, mas a recompensa virá no êxito do filho amado, no despertar e ver o homem que você criou.

FELIZ DIAS DOS PAIS