Archive for agosto, 2011

Congresso Técnico Copa Coca-Cola em Cuiabá/VG


Congresso Técnico da Copa Coca-Cola  realidado no dia 27 de agosto 2011 na sede do grupo Renosa

Fotos disponibilizado pela Coca-Cola;

Para acompanhar o evento, datas dos jogos e outras informações  é só acessar o site da Copa Coca-Cola

http://copa.cocacola.com.br/copa/home.do

A Equipe do Uirapuru tem seu primeiro jogo neste final de semana pela Copa Coca-cola 2011


A Copa Coca-cola tem inicio neste próximo final de semana em Cuiabá e a equipe do Uirapuru estreia neste sábado no mini estádio do CPA I as 15:15hs contra a equipe do Matusalém, jogo válido pela fase classificatória.

A Equipe vai trabalhar forte esta semana com o intuito de definir seus titulares

Na próxima semana, aproveitando o feriado do dia 07 de setembro a equipe vai a Chapada dos Guimarães participar de um amistoso promovido pela secretaria de esporte do município, o jogo servirá para dar mais ritmos ao elenco.

Como lidar com a insegurança diante de uma competição


“Esbravejar não faz ninguém ganhar o jogo” Notadamente no esporte infanto-juvenil a competição esportiva é um grande desafio e ao mesmo tempo aliada para uma boa convivência e experimentação na adolescência.

No entanto, quando a competição gera emoções exacerbadas advindas do estresse, causado particularmente pelo medo de não se obter resultados desejados, a vivência esportiva se torna um grande potencial de insegurança.

Acontece que no esporte infanto-juvenil os ditos resultados esperados não podem ser aqueles tão somente associados às vitórias em si, resultados devem estar relacionados aos valores esportivos como disciplina, dedicação, bom comportamento, coletividade, honestidade e outros.

Muitas vezes em uma competição esportiva entre adolescentes, aquilo que marca e sugere auxílio na formação como ser humano de qualidade, está fora do ambiente esportivo propriamente dito, como um campo de futebol, uma quadra ou uma piscina. O real valor está na viagem realizada, na oportunidade de conhecer lugares e novas pessoas, conhecer estilos diferentes de treinamento e desempenhos, a importância do evento e sua repercussão… Enfim, uma série de outras experiências que fazem parte do processo competitivo, mas não estão no campo da disputa em si.

No entanto, jovens muitas vezes influenciados por profissionais do esporte, ficam pressionados para ganhar a qualquer custo e muitos sabem que uma das características de desempenho do esporte infanto-juvenil é a instabilidade (como é próprio da adolescência!). Resultado: tensões exarcerbadas, aflições, apatia e medo (causador da maioria dessas emoções negativas citadas anteriormente) que desembocam em um comportamento ainda mais inseguro, além da convivência com um treinador que parece sempre estar pronto para explodir.

Já citei nesta coluna que bons treinadores de jovens têm como uma de suas funções ser um bom modelo de comportamento e liderança, ter sempre atitude positiva frente os desafios e transmitir valores educativos e morais, e claro, ser um conhecedor de fato do esporte.

A partir daí, podemos aconselhar uma profilaxia pedagógica que fará com que o medo não seja mais causador de inseguranças exageradas e torne a ser uma experiência controlável, natural e avaliada como positiva de certa maneira; já que o mesmo ajuda a planejar as ações, programar estratégias, manter a atenção, agir com precaução e outros.

O primeiro passo é o treinador não deve xingar o atleta. O esporte serve para divertir as pessoas, é a manifestação que consegue refletir o que há de melhor no movimento humano, como o entusiasmo, o ritmo, tensão, ordem e mudança. Portanto, o treinador tem que exercitar a nobreza, lembre-se: atletas inesquecíveis agem como verdadeiros nobres e isso se aprende desde cedo.

Por outro lado, o treinador não deve menosprezar o atleta, muitas vezes o desprezo para um jovem é a pior das ofensas. Ademais, não é agindo desse modo que o desempenho do atleta irá melhorar.

Outro passo é ensinar ao atleta como ele pode se autoavaliar para que ele mesmo identifique qual é seu melhor estado físico e emocional para atuar e assim sempre procurar atingir esse estado.

Por último, depois da competição (nunca imediatamente – os “nervos podem estar aflorados demais!”), com calma, diagnosticar a causa do medo que prejudicou o desempenho. É neste instante em que o treinador de jovens desportistas demonstra sobremaneira sua experiência, conhecimento, autodisciplina e liderança que irão produzir tranquilidade, conforto, segurança e alegria no ambiente esportivo.

Espelhar-se no comportamento de treinadores adultos e querer reproduzi-los com os jovens pode ser problemático, pois é disfuncional comparar coisas diferentes. O que é preciso fazer, é reconhecer que a adolescência é uma fase de transição na vida das pessoas, de muita instabilidade e transformação, e portanto, é fundamental muito conhecimento, respeito e atenção.

Alguém pode dizer que este não é o melhor aconselhamento para se vencer na quadra de jogo, por exemplo. Todavia é bem melhor do que ficar esbravejando, irritado ou ofendendo jovens que se quer em sua maioria, serão atletas. Sem falar que não é assim que se ganha jogo!

Fonte: Vya Estelar – http://www2.uol.com.br/vyaestelar/psicologiadoesporte.htm

Preparação Física para adultos em Cuiabá – MT


Para você que deseja buscar uma alternativa de aperfeiçoar ou manter a forma física a oportunidade esta aí.

Chega de preguiça, chega de viver uma vida sedentária. Treinamento especializado conduzido por um atleta profissional de futebol

Onde fica?

Local: Associação do IFMT (Antiga Escola Técnica)

Rua ao lado do Shopping Pantanal / vizinho da Receita Federal

 

Horário: Segunda/Quarta/Sexta das 6:30 às 7:30h

Futebol , uma mente brilhante


Sem cabeça fria, o mais talentoso dos jogadores pode cometer erros de perna-de-pau. O mais famoso exemplo foi o pênalti perdido por Baggio, que deu ao Brasil o tetracampeonato.

 

Em 19 anos de carreira, o jogador italiano Roberto Baggio cobrou 113 pênaltis. Converteu 101. Um aproveitamento de quase 90%. Em jogos do Campeonato Italiano, por exemplo, ele converteu 88,6% de suas cobranças. Nem mesmo Maradona (88,1%) foi tão eficiente na mesma competição. Baggio chegou a converter 16 pênaltis seguidos em certa ocasião. Mas, no dia em que ele mais precisava tirar proveito dessa sua habilidade, Baggio falhou. Perdeu a cobrança que mais precisava converter. Foi na final da Copa do Mundo dos Estados Unidos em 1994, contra o Brasil. A Itália perdeu o título depois do erro do italiano.

Os números comprovam que capacidade de acertar a cobrança não faltava a Roberto Baggio. Ele estava com uma contratura muscular na coxa, o que dificultava a tarefa, mas não a ponto de fazê-lo chutar tão mal. E o próprio Baggio admitiu que nunca a pressão em cima dele foi tão grande. Quatro anos depois, na Copa do Mundo da França, contra o Chile, coube a ele bater outro pênalti. “Lembrei-me da cobrança de quatro anos antes”, ele disse na época, depois de ter feito o gol (a história até lhe renderia um contrato publicitário para uma marca de uísque).

Impossível afirmar por que Baggio perdeu aquele pênalti decisivo. Mas, para psicólogos que lidam com jogadores de futebol, nem é preciso uma resposta: a simples possibilidade de o jogador ter pensado em alguma coisa pode explicar a perda da cobrança. “O rendimento muitas vezes aparece quando as pessoas conseguem ficar absolutamente concentradas no que estão fazendo. Quando se pensa demais no que está acontecendo, o processo é quebrado”, explica a ex-psicóloga da Seleção Brasileira Suzy Fleury. Ela diz que mesmo o pensamento positivo (por exemplo, repetir para si: “Estou fazendo isso maravilhosamente bem”) pode atrapalhar o processo de concentração e alterar a atuação do jogador. O melhor é não pensar…

Para Suzy, que atualmente trabalha no Atlético Paranaense, a concentração é uma das diversas “variantes psicológicas” que influenciam o rendimento dos jogadores. Outras variantes são a autoconfiança, a auto-estima e a motivação – além de fatores externos como a estrutura familiar, o entrosamento, a torcida e a imprensa. O conjunto dessas variantes determina como cada jogador reage às situações de pressão nos gramados.

O jogador com baixa auto-estima, por exemplo, vai ficar se lamentando após um erro ou uma má atuação, “pensando no que poderia ter acontecido se tivesse acertado”, nas palavras de Suzy. Outros jogadores, porém, podem encarar as falhas como fator de motivação e, a partir delas, buscar aprimorar-se.

Regina Brandão, mestre em Psicologia do Esporte e ex-psicóloga de diversos clubes brasileiros (como o Inter de Porto Alegre e o São Paulo), explica que cada jogador tem uma sensibilidade diferente às pressões. Ou seja, fatores que incomodam alguns jogadores podem ser os mesmos que motivam outros. Por exemplo, a provocação de um zagueiro pode ameaçar um atacante, mas, ao mesmo tempo, motivar outro. “Uma das coisas que fazemos muito é identificar as características individuais do atleta e buscar antecipá-las, para municiá-lo durante o jogo.”

O stress-training é uma das técnicas usadas para aprimorar esse controle emocional dos jogadores. Consiste em simular, nos treinos, as situações encontradas nos jogos. Regina conta que chegou a pedir para treinadores “roubarem” contra certos jogadores em coletivos para que os atletas pudessem aprender a controlar suas emoções dentro de campo. Esse tipo de treinamento deu resultado com um “esquentadinho” que atualmente joga na Seleção Brasileira, conta João Paulo Medina, coordenador técnico que trabalhou com Regina em diversos clubes: “Esse jogador foi aprendendo a lidar com suas reações depois de tanto ser provocado nos treinos”. Psicólogos concordam que uma boa estrutura familiar contribui. “A família é o ponto de apoio emocional”, afirma Regina Brandão.

“Se o jogador está brigado com a mulher, por exemplo, ele não vai render tudo o que pode. Ter um núcleo familiar proporciona uma alfabetização emocional ao jogador. Ele vai aprendendo a lidar melhor com os limites da raiva, do medo, da ansiedade”, diz Suzy Fleury.

O CASO ZÉ CARLOS

Assim como Baggio, o lateral-direito Zé Carlos foi outro jogador que teve dificuldade para enfrentar a pressão de uma Copa do Mundo. Mas seu caso era diferente do do italiano: sem nenhuma experiência em jogos oficiais pela Seleção Brasileira, Zé Carlos foi convocado por Zagallo para a Copa do Mundo de 1998, como reserva de Cafu. Com o titular suspenso, viu-se diante da extraordinária responsabilidade de estrear oficialmente na Seleção em plena semifinal de Mundial, contra a Holanda (para não dizer que nunca vestira antes a camisa amarela, pouco antes da Copa havia entrado por alguns minutos num amistoso extra-oficial contra o Atlético de Bilbao).

Nos dias que antecederam o jogo, era evidente o nervosismo de Zé Carlos, diante do súbito assédio da imprensa – afinal, até ali ele era o mais obscuro dos 22 jogadores do Brasil na Copa. Zé Carlos jogou mal, demonstrando insegurança a cada investida do atacante holandês Zenden. O Brasil passou para a final, mas Zé Carlos nunca mais foi convocado. Sua carreira retrocedeu. Hoje, ele tenta dar a volta por cima no Joinville, de Santa Catarina. Até hoje diz que jogou tranqüilo naquele dia e atribui a má atuação à falta de ritmo de jogo. Mas reconhece que estava apreensivo antes da partida. “Tinha a preocupação de entrar e procurar corresponder, qualquer um sentiria isso. Era uma responsabilidade muito forte, você sabe que o mundo todo está te vendo.”

A falta de experiência em jogos da Seleção, adicionada à importância do jogo, são fatores que podem ter contribuído para a má atuação. Para Kátia Rubio, o maior problema era Zé Carlos não ter tido a oportunidade de adquirir a mesma experiência que os outros jogadores. “Presume-se que no trajeto até a Seleção o atleta vá adquirindo a maturidade para suportar o peso da responsabilidade.” Kátia acredita que o reforço da auto-estima de um jogador na mesma situação de Zé Carlos seria a melhor maneira de prepará-lo. Mas ressalva que talvez não haja como livrá-lo totalmente das pressões. “O atleta brasileiro carrega quatro títulos mundiais nas costas. É como o filho que tem o sobrenome famoso do pai.”

Zé Carlos teria se saído melhor se a Comissão Técnica tivesse um psicólogo? Naquela Copa havia uma pessoa com função parecida, Evandro Mota. Mas, como diz Kátia Rubio, “na verdade, era apenas um motivador que deu palestras para o grupo, nem psicólogo ele era.”

No entanto, a Seleção tem tradição no assunto. Foi a primeira a incluir um psicólogo na delegação, na Copa do Mundo da Suécia, em 1958. Depois da tragédia de 1950 no Maracanã e da vexaminosa briga com os húngaros no Mundial seguinte, em 1954, acreditou-se que o que faltava aos jogadores brasileiros era controle emocional. Em outras palavras, eles tremiam.

Mas, apesar da conquista da Copa em 1958, a idéia da psicologia no futebol saiu desacreditada. Isso porque o psicólogo da Seleção, João Carvalhaes, tirou conclusões que acabariam desmentidas na prática. O psicólogo reprovou Garrincha e Pelé nos testes psicotécnicos antes do Mundial. “Ele disse que o Garrincha tinha QI muito baixo para jogar futebol e que o Pelé era muito agressivo e perigoso”, lembra Mário Trigo, 90 anos, que era o dentista daquela Seleção e acompanhou de perto o trabalho de Carvalhaes. Apesar das derrapagens de 1958, a psicologia voltou à Seleção em 1962 e em 1966, com o psicólogo Athayde Ribeiro da Silva. Depois disso, nunca mais foi usada pelo Brasil em Copas do Mundo.

E LÁ FORA?

Fora do Brasil, a psicologia vem ganhando terreno. Clubes como o Milan, da Itália, e o Manchester United, da Inglaterra, têm psicólogos na Comissão Técnica. Alemanha e Inglaterra são exemplos de seleções adeptas da psicologia no esporte. O atual técnico da seleção inglesa, o sueco Sven Goran Erikson, disse numa entrevista recente que “a psicologia é o futuro do futebol”.

Apesar da crescente presença da psicologia nesse esporte, ainda são muitos os céticos. O problema é que quando o time perde… A última experiência com psicólogos na Seleção, nas Olimpíadas de 2000 (Suzy Fleury foi levada pelo técnico Vanderlei Luxemburgo), naufragou junto com o time. Derrotas como aquela só aumentam o preconceito contra psicólogos dando palpite no trabalho dos boleiros. Quem convive de perto com os jogadores, porém, sabe que há espaço. “A psicologia no futebol é válida. O problema é que o futebol brasileiro é muito resistente à novidade,” diz o comentarista de TV da ESPN Brasil Paulo César Vasconcellos.

Fonte: Revista Super Interessante – http://super.abril.com.br/esporte/futebol-mente-brilhante-443038.shtml

Cresce cerco a Teixeira


Para quem torce pela saída de Ricardo Teixeira da CBF e do Comitê Organizador Local da Copa de 2014 (COL), uma boa notícia.

Oito advogados paulistas levaram uma série de denúncias contra o dirigente, denúncias que vão desde a década retrasada passam pelo nebuloso amistoso do Brasil contra Portugal, no Distrito Federal, que teria favorecido amigos do dirigente, e chegam até 2011, para a Frente Suprapartidária de Combate à Corrupção e à Impunidade.

Entre os pontos levantados estão também possível favorecimento a parentes e amigos dentro da CBF e do próprio COL, cuja diretora-executiva é nada mais nada menos do que a filha de Teixeira.

As denúncias serão enviadas também a senadores, entre os quais Ana Amélia Lemos (PP-RS), cujo gabinete deve analisar ponto por ponto levantados pelos advogados paulistas.

Pedro Simon (PMDD-RS) e Cristóvam Buarque (PDT-DF) também receberão a documentação, já enviada para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que faz parte da Frente Suprapartidária.

A frente em questão, além da OAB, conta com representantes da Controladoria Geral da União (CGU), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que foi quem conseguiu recolher assinaturas para a aprovação da Lei da Ficha Limpa para o Congresso brasileiro.

Agora a ideia é recolher assinaturas contra Ricardo Teixeira, assim como querem fazer grupos de torcedores que têm se reunido para pedir uma Copa sem Teixeira.

Devagarzinho, devagarzinho, a sociedade civil começa a se mexer. Afinal, a Copa está aí. E a Olimpíada, para lembrar a quem esqueceu, também.

fonte: http://www.lancenet.com.br  –  ( http://blogs.lancenet.com.br/blogdojanca/2011/08/25/cresce-cerco-a-teixeira/)

Corrida do Carteiro vem aí


Tradicional corrida dos carteiros acontece no dia 04/09 e as inscrições vão até dia 26/08

Para se inscrever, basta ir até a  Agência Central dos correios em Cuiabá, na Praça da Republica, na Agencia Porto ou Agencia CPA, com uma lata de leite em pó (400g) e preencher o formulário de inscrição.

A largada e chegada será em frente a Agencia dos Correios no Cristo Rei, Várzea Grande, às 08h. Poderão participar atletas masculino e feminino, apartir de 15 anos. Os menores (15 a 17 anos) deverão ser inscrito com autorização dos pais ou responsáveis.

A Corrida do Carteiro prova de 10 km, é aberta a todos os atletas interessados em concorrer, e, por sua importância e rigor técnico, integra o calendário oficial de provas organizado pela Confederação Brasileira de Atletismo.

Boa Prova a todos participantes

Estadio Verdão foi inaugurado com o jogo entre Flamengo x Operario


Esta semana o Blog do Romilson do site http://www.rdnews.com.br postou uma materia interessante, principalmente aos cuiabanos, um pouco da história revelada sobre o estadio de futebol Governador José Fragelli o “Verdão”. veja:

O estádio Governador José Fragelli, demolido no ano passado para em cujo espaço ser construído uma nova arena motivada pela escolha de Cuiabá como uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014, foi inaugurado no final dos anos 1970 pelo então presidente Ernesto Geisel. Tinha capacidade para abrigar 55 mil torcedores. As obras tiveram início em 74.

A partida de estreia entre Flamengo e Operário de Várzea Grande motivou a presença no estádio de milhares de pessoas. A renda chegou a 666 mil cruzeiros (moeda da época). O time carioca, que jogou com atletas como Cantarelli, Rondineli, Edu e Júnior, ganhou de 2 a 0. Entre os atletas do time várzea-grandense estavam Jô, Mosca, César e Humberto.

O Arquivo Nacional possui as imagens, inclusive coloridas, daquela inauguração de quase 4 décadas. Uma curta reportagem divulgada pelo governo militar da época lembrou da fundação de Cuiabá, em abril de 1719, por Paschoal Moreira Cabral, e dos bandeirantes que desbravaram a região em busca de diamente e ouro.

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Imagens e reportagens como esta passam a fazer parte da editoria Memória Viva, em destaque no blog.

acesse e assista o video : http://www.rdnews.com.br/blog/post/verdao-e-inaugurado-por-geisel-e-com-fla-x-ope-imagens-coloridas

 

Fonte: http://www.rdnews.com.br

Jogadores humildes têm mais chances


É voz corrente nas divisões de base do futebol que o garoto de origem humilde tem mais chances de vencer na carreira. O coordenador das Divisões da Base do Vitória, Carlos Anunciação, o Carlão, era um dos olheiros que acompanhavam o “peneirão” em Ipioca. Ele explicou o motivo: “Isso acontece porque o menino pobre está mais disposto a pagar o preço exigido pelo futebol. São grandes os desafios enfrentados pelo boleiro até chegar ao time profissional, e, normalmente, salvo algumas exceções, meninos de classe média, por exemplo, sentem mais dificuldades em ficar longe da família e em se adaptar mesmo ao meio”.
De acordo com o ex-jogador Toninho, há uma preferência dos clubes para trabalhar com garotos mais humildes. “Realmente são poucos os jogadores de destaque no futebol brasileiro que vieram das classes mais altas. Existe uma pressão da família para eles estudarem e buscarem objetivos menos arriscados do que o futebol. Um exemplo de sucesso que eu poderia citar é o do atacante Fernandão, atualmente no São Paulo. A família dele é rica, mas o atleta pagou o preço, passou pelas fases seletivas do futebol e foi até campeão mundial”, argumentou.
PADRINHOS – Nos clubes, também há interferências de conselheiros e dirigentes para que parentes ou jogadores indicados por eles sejam aceitos na base. Carlão confirmou que esses pedidos especiais também são comuns no Vitória, mas a atenção especial é dada apenas fora de campo.
“Não podemos deixar de atender a um pedido de um conselheiro do clube para observar um garoto; mas daí a colocá-lo no time titular há uma distância enorme. Damos a atenção devida em relação a horário e alimentação do garoto; checamos seu material; e os psicólogos atendem com presteza. Porém no campo de jogo é que a vaga é decidida. O futebol é muito seletivo. Se um menino for filho de um dirigente e não for bom de bola, não vai passar na frente de quem é fera. A torcida não deixaria”.

Fonte: http://www.blogdovictormelo.com.br/2010/10/especial-todo-processo-de-uma-peneira.html

Triathlon da Policia Militar – MT


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