Archive for junho, 2010

Risco na prática do futebol


Médicos alertam para o risco de ataque cardíaco na famosa “pelada” uma vez por semana

A paixão do brasileiro pelo futebol costuma ir além da simples torcida. A maioria acaba literalmente entrando em campo e batendo sua bolinha pelo menos uma vez por semana. Embora divertida, a atividade traz alguns riscos, inclusive para o coração. Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) concluiu que os homens que jogam futebol apenas uma vez por semana podem ter mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que aqueles que praticam esportes pelo menos três vezes por semana.

Durante a pesquisa, os profissionais avaliaram a situação de 32 homens, com idade média de 41 anos, sendo que a maioria apresentava sobrepeso, fator recorrente entre os homens dessa faixa-etária.  Destes, 75% demonstraram ter grandes chances de sofrer um infarto, enquanto 12,5% tinham um risco menor.

Diante desses resultados, os pesquisadores revelaram em reportagem na Revista Época que em vez de trazer benefícios à saúde dos praticantes, o fato de jogar futebol apenas uma vez por semana pode acarretar em sérios problemas para o coração. O esporte, dizem os estudiosos, requer um esforço físico intenso, o que acelera excessivamente os batimentos cardíacos.

De acordo com os especialistas, além do acompanhamento médico frequente, os jogadores esporádicos podem se prevenir praticando outras atividades físicas durante a semana. Uma boa sugestão é realizar caminhadas de 40 minutos pelo menos duas vezes na semana. Com essa medida, é possível diminuir as chances de sofrer problemas no coração, uma vez que terá a melhora do condicionamento físico e dos níveis de colesterol e pressão arterial.

Seu vizinho grita “gol” antes? Entenda o delay na transmissão


Uma das grandes chateações para quem vai assistir aos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2010 na África do Sul é o tal do “delay”. É algo completamente estranho para uma Copa do Mundo dita como a Copa da Tecnologia. É um problema antigo e muito me admira que ainda pouco tenha sido feito a respeito. Acredito que seja por que a maioria das pessoas não percebe isso, a não ser numa Copa do Mundo. O Delay – traduzindo para o português seria “atraso” – é na realidade o tempo que o sinal da transmissão percorre para que os dados subam e desçam do espaço à Terra. No delay analógico o sinal demora cerca de um quarto de segundo para ir até o satélite e outro para voltar até a base, no máximo. Ou seja, se a transmissão for enviada para todo o País, o sinal ainda precisa fazer outra viagem de ida e volta até chegar às telinhas, o que pode acrescentar um pouco mais de atraso. É preciso deixar claro o que acontece em cada tipo de transmissão. Eu fiz uma rápida medida na minha casa (Resende, RJ), nada absurdamente técnico feito em laboratório de alta precisão, com nanomedidores, mas com um bom cronômetro e um boa dose de experiência de quem já foi, no início da carreira, editor e diretor de imagens. Eu testei alguns sistemas de recepção e cheguei aos seguintes resultados. O delay (repetindo que a experiência foi realizada em Resende, RJ) pelo rádio não chegou a um segundo a partir da geração. Pela TV analógica no máximo 3 segundos; na TV a Cabo cerca de 5 segundos de atraso; e se assistir via web terá 12 segundos de atraso em relação à TV a Cabo, o que dará no final, um delay de 15 a 17 segundos em relação ao rádio. Isso quer dizer que, se assistir pela web, é bem possível que você veja o gol no mesmo tempo em que esteja passando o replay na TV analógica. Maluco, não? Na hora do jogo do Brasil contra a Coreia do Norte (República Popular Democrática da Coreia – como pedem que chamemos), pelo Twitter, eu e alguns usuários estávamos medindo esse atraso. Em alguns lugares foi menor e em outros o resultado foi muito próximo do que eu medi aqui em casa. Pois é. Mesmo com toda tecnologia de geração e de captação de imagens (atualmente chegando ao 3D) a transmissão ainda é o maior problema. A tecnologia analógica é a que demora menos tempo para executar todo o processo que é necessário para à transmissão digital, a mesma oferecida pela maioria das operadoras de TV a Cabo. O caminho é longo. O sinal sai da geração (estádio de futebol, mesa de corte ou suíte de imagens, por exemplo), depois vai ao satélite. Após ser rebatido pelo satélite, o sinal tem que ser codificado, comprimido e transformado em formato digital. Parte desse processo é desnecessário no sistema analógico. Mesmo assim, há espaço suficiente para alocar vídeo e som de boa qualidade, mesmo em transmissão ao vivo. Em contrapartida, para assistir a uma programação em melhor resolução, o usuário tem mesmo que aguardar, em média, cinco segundos a mais para que a transmissão chegue ao seu televisor, seja ele de que formato for. A promessa das operadoras de TV a Cabo é que isso acabe quando o modelo analógico não for mais maioria. Assim, segundo eles, o delay será reduzido a padrões semelhantes ao do rádio. Esta será a primeira Copa do Mundo com transmissão digital em grande escala. Esse processo começou em 2006. Hoje, cerca de 30% da base de assinantes têm sinal digital. Pelo andar da carruagem o fim do problema ainda demora mais alguns anos ou talvez mais uma Copa do Mundo. As empresas se justificam dizendo que mesmo com atraso vale a pena acompanhar um jogo de futebol pela tevê com imagens nítidas e boa resolução com o som surround de 5.1 e com toda a sensação de estar em um estádio. Mas eu acredito que não é bem isso que a maioria deseja, pois eu mesmo não gostaria de ver uma imagem linda, um som maravilhoso e ser interrompido no meu deleite audiovisual pelos gritos esbaforidos do meu vizinho comemorando um gol que eu ainda não vi. Ou seja – estou pagando para assistir a um videotape de alta qualidade onde, mesmo sendo ao vivo, o que não importa é a instantaneidade da informação. Questão de gosto. Este delay não é apenas privilégio de eventos como a Copa do Mundo, mas em treinos de corridas de Formula 1 e Fórmula Indy, por exemplo, o problema é ainda mais grave. A pessoa que está em casa assistindo às 500 Milhas de Indianápolis não vê nem o treino e nem a corrida ao vivo, pois o ‘delay’ é de oito segundos. Oito segundos é aproximadamente 1/5 do tempo que viraram os mais rápidos pilotos do Carb Day durante o treino final que antecedeu a corrida deste ano. A Sky explicou alguns pontos sobre o problema. Segundo eles quanto maior a qualidade da imagem maior será o delay, pois “trata-se de uma característica de qualquer sistema de TV digital”. É estranho, mas o delay é ocasionado por uma ‘eficiência…’ e isto é o que você perde por ter que comprimir um sinal com maior qualidade. Mas ainda tem outra: uma das maiores causas de delay é a entrega do sinal, desde a programadora, até o centro de transmissão da SKY. O cálculo da SKY é um pouco diferente do que a gente consegue perceber na vida real. Segundo eles afirmam, um processamento MPEG2 provoca de 2 até 5 segundos de delay, o caminho do centro de transmissão até o satélite e deste até o assinante provoca mais 250ms de delay (1/4 de segundo). Essa é a parte que eu não concordo: “Se for feita uma comparação entre o delay de uma TV por assinatura via satélite e uma por cabo, considerando que o canal chegue ao centro de transmissão com o mesmo delay e considerando a mesma eficiência de processamento para compressão, o delay da operação via satélite seria apenas 250ms maior que o do cabo”, finalizam. Pois é, e considerando que meu rádio e minha TV analógica não estão “malucos” eu não posso concordar com isso e nem com essa conta. Minha sugestão: compre um radinho e faça este teste em casa. Se o seu vizinho estiver assistindo o jogo pela TV analógica, você, com a sua arma secreta (o rádio) vai gritar gol antes dele. Assim, não fica tão feio você ter gasto uma grana alta comprando uma TV Digital e uma assinatura de TV a Cabo. Lembre-se, para que isso acabe ainda será necessário que a quantidade de TVs analógicas seja inferior à de TVs de formato digital. Como vai demorar ainda alguns anos, então, quando for assistir aos jogos, leve seu radinho de pilha.

Fonte: www.terra.com.br

Mulheres com mais de 40 anos têm dificuldades para emagrecer


AMARÍLIS LAGE
da Folha de S.Paulo

Até os quarenta anos, a assistente financeira Maria Inês Castro se orgulhava de manter o mesmo peso que tinha ao se casar, aos 23 anos: 52 kg. Nos anos seguintes, porém, o ponteiro da balança teimava em subir. E, aos 45, quando Maria Inês entrou no climatério, ele disparou de vez. Para piorar, os novos quilos se concentraram na barriga. “Emagrecer era superdifícil”, diz ela, hoje com 54 anos.

Com algumas variações, essa história se repete diariamente em consultas a nutricionistas e em clínicas endocrinológicas. As pacientes contam que mantêm a mesma alimentação, os mesmos exercícios e, ainda assim, engordam. Por quê?

A resposta passa por alterações hormonais, queda do metabolismo, diminuição do sono e estresse, entre outros fatores.

Some-se a isso a adoção de hábitos nada saudáveis. “Na juventude, as pessoas usam transporte público, têm mais tempo livre e fazem mais exercícios. Depois, muitas adotam um estilo de vida que dificulta a perda de peso”, ressalta Márcio Mancini, médico do grupo de obesidade do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo) e presidente eleito da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica).

A boa notícia: dá para se preparar para a nova fase, assim como reverter as mudanças na silhueta. Não se trata só de estética, mas de saúde.

Mulheres que ganharam dez quilos ou mais após a menopausa tinham 18% mais chance de desenvolver câncer de mama, segundo estudo divulgado ano passado no “JAMA” (publicação da Sociedade Americana de Medicina).

Já quem perdeu dez quilos ou mais após a menopausa e nunca fez reposição hormonal tinha 57% menos chance de ter esse tipo de tumor do que quem manteve o peso.

Metabolismo e hormônios

Tanto homens quanto mulheres vivenciam a queda da taxa metabólica ao envelhecer. Isso significa que o corpo gasta menos energia para se manter funcionando aos 40 anos do que aos 20, por exemplo. “Até os 30, tudo era fácil. Eu podia comer besteira que queimava rapidinho –depois o metabolismo fica devagar. Sempre me exercitei, mas, para ter resultado agora, tem de ser mais intenso”, conta a dona-de-casa Denise Olivetto, 43.

Uma desvantagem para as mulheres é que elas têm, naturalmente, menos massa magra (músculos, ossos e vísceras, que queimam muita energia) e mais tecido adiposo.

A sorte delas é que o estrogênio estimula o acúmulo de gordura nos quadris, dando-lhes o formato de ampulheta. Já a testosterona (hormônio masculino) leva os homens a depositarem gordura na região abdominal -a famosa “barriga de chope”, perigosa para a saúde.

Mas, por volta dos 45 anos, elas perdem essa vantagem: com a diminuição dos níveis de estrogênio, a proporção da testosterona no organismo feminino sobe. O resultado é o surgimento da gordura abdominal.

Extremamente prejudicial, ela eleva o risco de doenças cardiovasculares, de hipertensão e de diabetes, explica o endocrinologista Sérgio Braga, diretor médico do spa Salute Bahia.

O tecido adiposo participa ativamente da regulação hormonal e, quando localizado no abdômen, age de forma diferente, afirma Mancini.

Entre as substâncias fabricadas pela gordura abdominal, estão duas com ação inflamatória: a IL-6 e o TNF-alfa. Em alta concentração, elas levam a uma inflamação crônica dos vasos sangüíneos –o que pode levar à arteriosclerose– e aumentam a resistência à insulina -a porta de entrada para o diabetes. Outras proteínas ligadas à gordura visceral são a PAI-1, que leva à formação de coágulos no sangue, e a angiotensina-II, que causa hipertensão.

A gordura abdominal também produz uma substância benéfica: a adiponectina, que é antiinflamatória e aumenta a sensibilidade à insulina. Mas, quando há excesso de gordura corporal, a produção de adiponectina cai, deixando o organismo mais suscetível a complicações, diz o endocrinologista Bruno Geloneze, da Abeso.

A pedagoga Eleni Gorgueira, 47, conhece de perto esses riscos. Sua família tem tendência a engordar, afirma. Atualmente, sua mãe tem diabetes e suas duas irmãs, hipertensão. Ela mesma, ao ganhar alguns quilos, fica com a pressão mais alta. “Ainda não entrei no climatério, mas já percebi que o metabolismo desacelerou”, diz.

Felizmente, a gordura visceral é mais fácil de “queimar”: quem perder 10% de gordura corporal provavelmente perderá 30% da gordura presente no tórax, compara Geloneze.

“É mais simples perder a gordura da barriga do que a das coxas”, afirma Mancini. Esse, diz, é um dos motivos pelos quais os homens emagrecem mais rapidamente do que as mulheres.

Desânimo

Mas, para queimar a gordura, é preciso comer menos e se exercitar mais –algo nem sempre fácil para mulheres em meio a um turbilhão emocional. “Dos 41 aos 55 anos, as mulheres passam por uma transição hormonal, e algumas podem ser mais vulneráveis a essa fase”, afirma o psiquiatra Joel Rennó Jr., coordenador do Pró-Mulher (Projeto de Atenção à Saúde Mental da Mulher, do Hospital das Clínicas da USP).

Isso inclui sintomas ansiosos e depressivos, que podem interferir no peso. Foi o que aconteceu com a secretária Regina Laplaca, 58, quando ela entrou na menopausa, há cinco anos. “Devido à variação hormonal, fiquei tão deprimida que parei as minhas caminhadas”, conta.

Além disso, nessa fase muitas mulheres enfrentam mudanças na relação com os filhos, que chegam à adolescência, e vivem uma fase profissional estressante, ressalta o psiquiatra. Esse estresse também influi no peso: ele libera o cortisol, que afeta o metabolismo e leva à resistência à insulina.

Outro fator importante é o sono. É comum ter insônia nos primeiros cinco anos de menopausa e, no climatério, os “calores” impedem muita gente de dormir, afirma o ginecologista Ivaldo Silva, um dos coordenadores da Casa do Climatério, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Após uma noite em claro, é difícil querer se exercitar, mas essa não é a única conseqüência. “Quem dorme menos engorda mais”, diz a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono, da Unifesp. Uma das hipóteses para isso, diz, é que durante o sono o corpo libera o hormônio do crescimento, que tem efeito anabolizante (aumenta a massa muscular, melhorando o metabolismo).

Além disso, diz Geloneze, da Abeso, a falta de sono também libera cortisol e interfere em hormônios como a grelina (hormônio da fome) e a leptina (hormônio da saciedade).

Doença

As mudanças dessa faixa etária também podem ser acompanhadas por uma doença: o hipotireoidismo. O problema costuma afetar mulheres e surgir após os 40 anos. No Brasil, suspeita-se que parte dos casos esteja ligada ao excesso de iodo no sal entre 1998 e 2003.

O hipotireoidismo é associado à piora da hipertensão, ao aumento da glicemia e à fraqueza muscular. Ele também diminui o metabolismo. O problema é irreversível, mas pode ser tratado com reposição hormonal específica.

Na ausência de doença, a melhor estratégia para manter o peso é adotar hábitos saudáveis o quanto antes. “Quem tem tendência a doenças crônicas deve se cuidar o mais cedo possível. Antes da menopausa, os resultados são mais rápidos”, diz a nutricionista Lucyanna Kalluf, membro científico do CBNF (Centro Brasileiro de Nutrição Funcional).

A receita não é complicada, diz Mancini. “Quem se alimentar de forma saudável, não ceder ao marketing de alimentos industrializados e reservar tempo para a atividade física dificilmente terá problemas.”

Foi o que fez a farmacêutica Maria Inês. Após engordar, ela deu início a uma dieta e perdeu quatro quilos em um mês. “Emagreci justamente na região abdominal. Agora, penso em começar a pular corda, que é barato e eficiente.”

Fonte: Jorna Folha

O esporte e a terceira idade: uma relação mais que perfeita!


Durante o último século, melhorias drásticas na expectativa de vida ocorreram em muitos países no mundo inteiro, inclusive no Brasil.

Um número crescente de estudos demonstrou claramente que os idosos, mesmo aos 90 anos de idade, são capazes de aumentar a massa e a força muscular em resposta ao treinamento com pesos. De forma geral, os estudos sugerem que a queda da força e da massa muscular com o envelhecimento pode ser atenuada pelo treinamento adequado de musculação.

Uma relação de exercícios é necessária para manter os músculos do corpo em boa forma. Aproximadamente 85% das pessoas idosas apresentam uma ou mais doenças ou problemas de saúde, sendo eles:

 . Artrite: 48%

. Hipertensão Arterial: 46%

. Doenças Cardíacas: 32%

. Comprometimento da audição: 32%

 . Comprometimento ortopédico: 19%

. Catarata: 17% . Diabetes: 11%

. Comprometimento visual: 09%

O processo de envelhecimento varia bastante entre as pessoas e é influenciado tanto pelo estilo de vida quanto por fatores genéticos. Os especialistas em envelhecimento acreditam que o ser humano em geral poderia viver até 115 a 120 anos se o estilo de vida e seu perfil genético fossem ideais.

De acordo com muitos estudiosos e pesquisadores, um ingrediente fundamental para o envelhecimento saudável é a atividade física regular. De todos os grupos etários, as pessoas idosas são as mais beneficiadas pela atividade.

Em geral o exercício físico pode melhorar a capacidade cárdio respiratória e neuro muscular em todas as idades. Em se tratando de prescrição de atividade física para idosos, deve-se cercar de cuidados especiais e o acompanhamento deve ser feito de maneira integral.

A atividade regular e sistemática aumenta ou mantém a aptidão física da população idosa e tem o potencial de melhorar o bem-estar funcional e, consequentemente, diminuir a taxa de morbidade e de mortalidade entre essa população.

O resgate do prazer, da auto-estima e da capacidade de realizar algo passa a ser fundamental.

Qualquer atividade será boa para o idoso, se respeitarmos seu estado físico, oferecendo uma mínima autonomia e como conseqüência uma reativação do seu papel na sociedade.

O bom exercício não é aquele que impõe movimentos forçados no ritmo, intensidade e duração. O bom exercício é aquele em que se desenvolve a consciência do próprio limite de esforço e movimento.

O que se destaca como objetivo principal da atividade física na terceira idade é o retardamento do processo inevitável do envelhecimento, através da manutenção de um estado suficientemente saudável, senão perfeitamente equilibrado, que possibilite a normalização da vida do idoso e afaste os fatores de comuns na terceira idade.

O objetivo da prática física nessa idade consiste em melhorar o estado geral do indivíduo.

 a. Promover atividades recreativas;

b. Bem estar físico e mental;

c. Atividades de sociabilização (em grupo, com caráter lúdico);

 d. Atividades moderadas e progressivas;

e. Auto confiança;

f. Atividade de força, com carga (principalmente para os músculos responsáveis por sustentação/postura, evitando cargas muito fortes e contrações isométricas);

 g. Segurança no dia a dia através do domínio do próprio corpo;

h. Atividades de resistência (com vista a redução das restrições no rendimento pessoal);

i. Aumento da prontidão em diversas atividades;

j. Exercícios de alongamento (ganho de flexibilidade e de mobilidade)

k. Fortalecimento da musculatura

 l. Atividades de relaxamento (diminuindo tensões musculares e mentais);

 m. Melhoria da resistência;

n. Aumento da habilidade, da capacidade de coordenação e reação;

o. Cura contra a depressão, circunstâncias de medo, decepções, vazios anteriores, aborrecimento, tédio e solidão.

A importância da elaboração de um plano de treinamento destinado para pessoas da terceira idade com o objetivo de realizar uma atividade física para manter a boa forma, sem um enfoque competitivo, requer, um conhecimento profundo do professor de educação física a qual este treinamento será dirigido às características necessárias do idoso.

Prof. Especialista Alexandre Vieira Prof. Universitário / Educação Física – Cref. 3.123 Pós-graduado em Bases Fisiológicas e Metodológicas do Treinamento Desportivo – UNIFESP

Fonte: Site Médico – Atividade física